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       O termo Web 2.0 foi criado em 2003 pela empresa O’Reilly Media, nos EUA, para designar uma segunda geração de comunidades e serviços. E como nós, os jornalistas, nos posicionaremos diante de tamanha intereção onde o enunciador (emissor da msensagem) se equipara ao co-enunciador (receptor da mensagem)? Onde a enunciado (aquilo que se pretene dizer) precisa passar uma mensagem universal para que atinja de forma similar os mais diversos públicos.

        A verdade é que a Web 2.0 gera a interação em tempo real e o enunciado é cada vez mais influenciado por quem lê. Graças a esse feedback imediato ficamos desprotegidos pelo pouco tempo entre emissão e reação do leitor à nossa mensagem, verticalizando de forma singular o poder de informação entre as partes.

        O fazemos nós? Preparemo-nos. Pois à interação só sobreviverá aquele que souber o que diz e tiver argumentos para rebater ao co-enunciador com a certeza de que terá o devido crédito, que uma impressão agrega ao  jornalista que nela assina.